Arquivo de novembro \29\UTC 2010

Cada dia uma aventura

O tempo passando rápido faz a gente achar às vezes que a vida está muito agitada. Na verdade ela está correndo seu curso, simplesmente.

As novidades do dia foram:

1-Consegui no atendimento do cartão de crédito um atendimento odontológico. Finalmente me ligaram para avisar a data e hora. Semana passada me deu uma dor de dente, que parece ser alguma inflamação, e antes de procurar algum atendimento de saúde daqui preferi ver com o cartão, pois as chances de eu ter algum gasto extra são menores. Meno male.

2- Me falaram no fórum do grupo de Firenze do couchsurfing que uma loja de bicicletas vendia toda segunda-feira para o primeiro cliente uma bicicleta básica por 50 euros. Eu achei muito lenda, as bicis mais baratas novas custam 120. Mas tentei ir lá. E não é que é verdade? Tem até um aviso na vitrine dizendo que é isso mesmo. Cheguei lá 20 minutos antes da abertura. Para o meu azar, já tinha um tiozinho lá esperando, então já era. Já que estava lá, resolvi esperar e ver como era a bici, ver quanto custava uma trava boa e saber se poderia pagar com cartão de crédito. Semana que vem, é nóis!

3- Quarta-feira posso ter novidades sobre trabalho. Vou esperar pra falar mais. \o/

Fora isso, coisas triviais: o almoço na mensa com a Magali, a troca de sala de aula por causa dos protestos, a minha tentativa de fazer risoto de tomate seco com rúcola (boa!), meu dilema diário sobre pegar ou não o ônibus sem pagar para andar 2 ou 3 pontos e sobre como fazer para ir mais rápido com os estudos porque faltam só 2 semanas para a prova.

Schermo dell’arte

Ufa, dias como hoje me fazem ver por que o tempo está passando tão rápido: porque em um dia se vive uma vida.

Hoje eu acordei cedo, assisti aula, entreguei meus documentos de renda na faculdade (para definir a taxa universitária  anual), fiquei feliz ao encontrar a Marie e ela dizer que fica feliz quando me encontra, ensopei meus dois pés com a chuva, vim pra casa, cozinhei e almocei, me emocionei com a mensagem do facebook da Dani Penna, tomei banho, estudei um pouco, chorei falando com a Junia no gTalk, saí para comprar o ingresso do festival de documentários de arte, ensopei meus pés de novo, faltavam 2 horas para o filme começar então fui para a biblioteca Oblate  no segundo andar, achei uma mesa livre, quando ia sentar ouço um aviso dizendo que aquele andar estava fechando, desci para a sala de leitura que ia ficar aberta, estudei mais um pouco as teorias filosóficas sobre a obra do Michelangelo na Capela Sistina, fui para o cinema, vi o filme, me diverti com os comentários do Gaba e do Ricardo, voltei pra casa e agora tô esperando ficar pronta uma pizza congelada que está no forno.

O nome do festival é Lo Schermo dell’Arte. Hoje foi um documentário sobre o Basquiat, amanhã tem outro sobre o Vik Muniz e na quarta tem Niemeyer. E o resto vou descobrir quando assistir.

Aperitivo brasileiro no Maracanã em Florença

Heheh esse título precisa de uma explicação por partes:

Aperitivo
Na Itália eles criaram uma modalidade de happy-hour que se chama aperitivo. Você paga um valor fixo pelo primeiro drink e come à vontade no buffet que o bar oferece, que pode ser maior ou menor, melhor ou pior, dependendo do bar e do valor fixo. Esse preço varia de 6 a 10 euros. Depois, se quiser beber mais, paga o preço do cardápio.

Aqui em Firenze, para mim o melhor aperitivo que fui é o do Kitsch, que está custando 8,50 euros. Por isso não vale a pena pedir refrigerante ou cerveja no primeiro pedido, a gente acaba pedindo drinks mais caros (no cardápio, uma capirinha, mojito, margarita e così via custam 7 euros). E come-se muito, é um jantar mesmo.

Sim, quase todo bar mais agitadinho tem caipirinha.

Maracanã
É o restaurante brasileiro em Firenze. Donos brasileiros, funcionários brasileiros, comida brasileira, drinks brasileiros, decoração brasileira, música brasileira. Entrar no Maracanã ontem foi como atravessar o oceano, com todo aquele verde-amarelo, a bandeira do Brasil, na tv de lcd um dvd da Ivete Sangallo e as pessoas me recepcionando em português.

A Clara – minha ex-colega de ap taiwanesa – estuda numa escola de joalheria com várias brasileiras, e foram elas que organizaram o aperitivo lá. Na verdade lá é restaurante, mas as meninas já têm amizade com o povo lá e eles fizeram o aperitivo, com pastel de carne, kibe, pão-de-queijo, risoles e coxinhas, linguiça frita e coração de galinha (blergh) e alguns canapés.

Para beber, caipirinha (claro) e guaraná antarctica.

E samba
Tá, isso não é assim um grande atrativo, pelo menos pra mim hihihih… Bom, Zeca Pagodinho e outros “sambas mesmo” eu até ouço. Um amigo delas, o Stefano, é um menino de 19 anos que fez dança de salão por 10 anos (!) e estava louco para aprender a dançar samba. A Carolina ensinou um pouco pra ele e ele saiu dançando.Ia fazer o maior sucesso no Brasil.

Daí pra frente, o Stefano foi colocando outros ritmos e a gente dançou um pouco, ele foi ensinando a gente. Me lembrou muito os tempos em que eu estava aprendendo a dançar rockabilly, quando um ensinava o outro nas baladas e nas festas. Tem um ritmo que se chama bacciata e eu tentei aprender, mas não peguei bem.

Pizzica pizzica
A italiana cujo nome eu esqueci me contou sobre a dança da região dela, a Puglia. A pizzica pizzica tem uma lenda que me fez lembrar a que eu já tinha ouvido sobre a tarantella: disse ela que naquela região existia um tipo de tarântula por toda parte, e quando as mulheres eram picadas por ela, dançavam essa dança popular a noite toda e – diz a lenda – se curavam da picada.

A tarantella, assim me explicou, é de Nápoles. E o ritmo da pizzica pizzica é bem diferente, mas muito animado! Olha que legal:

* * *
Adicionando o site do Maracanã para quem estiver por aqui: www.maracanagrill.com

 

Cansei

Eu tô num daqueles momentos de revolta, de saco cheio, de raiva contra o sistema. Se você tem uma tendência a ser trouxa honesto como eu, vai entender do que eu estou falando.

É um momento, porque meus princípios não vão mudar, embora eu possa vir a ter ímpetos de fraqueza. Mas cansei. Cansei de ser correta, tô num momento de me sentir trouxa mesmo, por ser honesta, por querer fazer as coisas direito.

Eu estou à margem da sociedade. Sou uma marginal. Explico.

Sou formada. Já tenho diploma de graduação, e como o curso que estou fazendo também é de graduação, não posso pedir bolsa de estudos para a Agência de Direito ao Estudo da Toscana. É uma bolsa que praticamente todo estudante pede, e quase todos ganham algo, que começa pela isenção das taxas universitárias e almoço grátis na mensa, mas pode significar até moradia de graça e uma bolsa mensal em dinheiro.

Não posso pedir, porque sou formada. Se estivesse fazendo doutorado, poderia. Por quê? Bom, dá para entender. TEORICAMENTE, se já sou formada, já tenho uma profissão e posso trabalhar. E quem disse que arrumo emprego?

Nessa bosta de cidade tá difícil arrumar emprego até de faxineira e garçonete. Que dirá em web design ou em museu. [Mas procurar, eu procuro de tudo. Tudo o que eu acho que posso fazer, mando ou deixo currículo]. Então, não arrumo emprego mas também não posso pedir bolsa de estudos. E aí sempre vem alguém te falar quem tem vários amigos que também são formados e mentiram e conseguiram a bolsa. Se você estiver de boa, bate no peito e se orgulha de ser honesta. Mas quando pensa em tudo que está perdendo por falta de dinheiro, quando sua única bota te dá vergonha de tão gasta, o orgulho desaparece e o que fica é a sensação de mané. Parece que a gente vira um pirulito, igual nos desenhos. Sucker.

Aí você quer comprar uma bicicleta. Tem que comprar usada, porque nem você tem 120 euros pra comprar uma nova, nem quer gastar 120 euros para te roubarem. Então vamos nas usadas de 30-40 mesmo. Porque você não quer pagar 15 euros em uma que SABE que é roubada, afinal é uma sacanagem com quem foi roubado, e você não quer ser o próximo e nem incentivar o mercado do furto. Mas o fato é que quem for te vender uma por 40, você não sabe se aquela também é roubada. E no bolso, só um escorpião (como diria Bento Ribeiro). Sucker.

Quando voltei a panfletar, taquei o foda-se. Aquele papo de não querer fazer algo proibido, afinal estou aqui legalmente, sério, caguei. Fiquei mais tranquila depois que o Felipe – brasileiro que já panfleta aqui há 3 anos – e outras pessoas me disseram que é só evitar os lugares onde estão os guardas (falo mais sobre isso numa próxima, porque é hilário).

Procuro emprego aqui, mas legalmente só posso arrumar emprego de meio-período. Aí os poucos(íssimos) anúncios pra webdesigner são full-time. A essas alturas, já estou no ritmo “se aparece qualquer coisa full-time eu pego, levo os estudos como der, faço 1 ou 2 provas e junto uma grana por uns meses, e depois vou pondo os estudos em dia aos poucos”. Mas emprego assim não consigo com esquema, as empresas querem contratar tudo nos conformes. E tudo nos conformes, eu não posso. Nessa hora tá me fazendo falta um passaporte europeu.

Cidadania italiana. Sucker. Tenho direito, mas não tinha tempo (para ir atrás de todos os documentos) nem dinheiro (para pagar cartório, tradução e legalização no consulado). Também não achei que pudesse precisar, afinal com um emprego part-time aqui eu sobrevivo numa boa. O problema é achar o emprego.

Enquanto isso tô panfletando, ganhando míseros 5 euros/hora. Sucker. Tem gente que ganha 6 e até 7 a hora. Se bem que o museu Leonardo da Vinci, que paga 7, demorou 2 meses para pagar o Felipe. Essa mixaria por incrível que pareça me ajuda com as contas. Na real, se eu trabalhasse 4h/dia ganhando essa merda já dava para sobreviver.

É só um desabafo. A única coisa que está faltando é eu imprimir 200 currículos e bater, literalmente, de porta em porta. Ou, ainda falando de honestidade, desencanar daquele “Tudo o que eu acho que posso fazer” e começar a mentir no currículo. Não falta muito.

Museologia e Caravaggio

No meu segundo sottosemestre*, eu estou tendo aulas de Museologia e de Caravaggio.

Museologia é continuação do primeiro módulo que tivemos no primeiro sottosemestre. As matérias de 12 créditos duram o “semestre” todo e são divididas em 2 módulos. As matérias de 6 créditos têm um módulo só, e no primeiro sottosemestre, junto com Museologia, eu fiz Biblioteconomia e Arqueologia e História da Arte Grega.

E agora que acabaram as aulas de primeiro módulo, eu comecei a assistir essa do Caravaggio que começou no segundo sottosemestre. Essa é com o mesmo professor que deu Arte Moderna no semestre passado, o professor Gnocchi.

Em Museologia - cujo nome inteiro é Museologia e História do Colecionismo – se estuda o percurso cronológico do surgimento do museu, mas contando a história desde os seus primórdios quando as coleções de arte ainda eram privadas e o museu, com esse nome e o conceito que existe hoje, ainda não existia.

Biblioteconomia poderia ser uma matéria bem chata, mas o professor fez um programa muito interessante com base na obra de um dos principais nomes da biblioteconomia moderna, o Ranganathan, e dua principal obra, As Cinco Leis da Biblioteconomia, que fala basicamente da biblioteca e do livro como meios de difusão do conhecimento.

Arte Grega, não se empolgue. Era um curso de 1 módulo, e o professor resolveu dar para nós a arte grega no seu período arcaico, ou seja, até antes do Classicismo, e o curso termina antes que esse comece. Como conteúdo histórico eu gosto, mas como arte não tem muita graça, não. Menos ainda se comparado ao classicismo. E o professor não era muito didático, então não estou com muita esperança dessa matéria.

E finalmente, o módulo do Caravaggio, muito foda. O professor Nhoque tem um discurso muito filosófico, e nessas aulas a gente está analisando as obras primeiro divididas por fase, e dentro dessa primeira fase analisamos cada aspetto em comum e diferente dessas obras. Espero conseguir absorver alguma coisa sem ter que me matar pra estudar depois!

Tem horas que eu nem acredito na quantidade de arte que estou vendo. Ou aprendendo. Tem outros momentos em que eu sinto um “leve desespero” hahah, porque vejo o longo caminho que tenho pela frente. Porque é muita, muita coisa para aprender. Daí eu paro e presto atenção no que estou vendo a hora, e é assim que vamos, de pouco em pouco.

*Cada metade do semestre se chama sottosemestre, que poderia ser traduzida grosso modo como bimestre; grosso modo, porque um “semestre” de aulas dura 10 semanas e um “sottosemestre” dura 5 semanas.

Fim de semana supimpa

Que delícia de sábado!

Saí de casa 8h40 para ir à visita ao Palazzo Pitti com uma professora. Foi a primeira vez que fui ao Pitti desde que cheguei! Estava na lista de pendências, junto com o Museo di San Marco e a Cappella Brancacci. O lugar é incrível, não só pelas obras de arte que abriga, mas porque a gente se sente naqueles palácios que aparecem nos filmes de  época, com aqueles salões imensos com janelas gigantes e cadeiras rococó com assento de veludo vermelho.

Saí de lá às 11h40 para encontrar o Rodrigo na mensa. A gente começou a se falar no fórum do grupo de Firenze no couchsurfing, e marcamos de nos conhecer almoçando na mensa. Um dia antes, o Ricardo falou que ia receber dois amigos no sábado e eu falei que ia almoçar na mensa e se eles quisessem vir, estavam convidados. Daí que o Ricardo me ligou dizendo que ia e fizemos uma colônia brasileira lá: eu, o Ricardo, o Rodrigo e os dois amigos Gabriel e Javier.

Os amigos do Ricardo tinham acabado de chegar em Firenze e então fomos mostrar o centro pra eles. Lá fomos nós, todos os 5. Da mensa na via Santa Reparata passamos pelo Mercato di San Lorenzo, a igreja de San Lorenzo, o Duomo e o Battistero, a Oblate pra eu devolver meu livro, depois Santa Croce onde tava tendo um show (!), de onde passamos na La Carraia pra tomar um sorvete e fomos para a Piazza della Signoria para ver uma manifestação anti-xenófoba contra a recente declaração esdrúxula do Beslusconi contra gays.

Depois fomos para o Ponte Vecchio, encontramos o Davide (o italiano meu amigo que morou no Brasil e também conhecia o Rodrigo) e nos separamos. O Rodrigo e o Davide foram embora e eu ia pra casa, mas acabei indo com os meninos para a casa do Ricardo pra gente fazer um lanche.

Lá chegou outro amigo deles (todos são formados em direito pela UFSC e estão fazendo mestrado ou doutorado aqui) e acabamos ficando conversando até quase 1h da manhã. Todos muito boa gente.

Fora isso
Na visita de manhã, ainda outra surpresa. Pouco a pouco as pessoas da faculdade estão mais à vontade comigo, vendo que não mordo talvez, ficando mais abertas pra conversar. Então pessoas com quem eu trocava no máximo “oi” estão vindo falar comigo, me perguntam coisas, sobre a aula ou sobre mim, já têm até um ar mais confidente, e assim pouco a pouco a coisa vai ficando menos impessoal.

Domingo
E hoje domingo, tá o maior chuvão e eu mega cansada, sem querer sair de casa. Ai que bom!

Nóis na porta da mensa: déa, Ricardo, Javier, Gabriel e Rodrigo.

Depois nóis na Loggia dei Lanzi. Ao fundo, é a Piazza della Signoria e à direita, o Palazzo Vecchio: Rodrigo, eu, Javier, Gabriel.

E no fim, nóis na casa do Ricardo filosofando sobre arte, italianos e parlamento europeu: Javier, Gabriel, Walter, Ricardo e esta que vos fala.

Trabalho na Itália

Hoje eu voltei a distribuir panfletos para o mesmo café para o qual trabalhei no semestre passado. É bom trabalhar de novo! Melhor dizendo, bom ter uma fonte de renda mais garantida. Ainda que pouco.

Porque trabalhar, eu tenho trabalhado. Graças aos céus (como dizem aqui), tem vindo freela do Brasil (!!!) pra eu fazer (valeu, Ale e Gê). Mas tá fraco e incerto ainda, e se trabalhar como freela já é incerto, estando aqui é mais ainda, porque mesmo que precisem de alguém, a distância dificulta as coisas porque só pode ser trabalho que possa ser feito remotamente e nem sempre é o caso.

Então, dada a escassez, continuo procurando algo aqui. Na minha área ou não. Pra isso até reformei o portfólio, com a intenção de enviar currículo para as empresas, coisa que ainda não consegui fazer. E enquanto isso, retomei o trabalho no café, que é pouco em quantidade e grana, mas já vai ajudar.

Já falei isso aqui e para algumas pessoas, mas vale reforçar: emprego na Itália é muito difícil. Tá saturado. Até os subempregos estão saturados. Posso falar de Florença, mas vejo as pessoas falando do resto do país também. Você consegue um bom cargo com indicação de alguém.

Não existe perspectiva. A perspectiva que nós temos no Brasil. Eu vejo pessoas da minha idade, mais velhas ou mais novas, que trabalham desde sempre como garçonete, encanador, marceneiro, secretária, e não têm previsão de quando vão deixar de fazer essas coisas. Que estão estudando, mas para estudar alguma coisa, não porque esperam fazer alguma coisa com aquilo. A gente, se começa a trabalhar em subemprego, quer estudar para um dia sair daquilo. Aqui eu não vejo tanto isso. Tem, mas é mais raro.

É por isso – também – que eu quero voltar para o Brasil quando me formar. Aqui eu não tenho chance.

Não só pela saturação do mercado, mas também porque eu estou um nível abaixo do das meninas que estudam comigo. Explico. O primeiro motivo é que o estudo da arte está totalmente ligado à cultura, à história e à geografia italianas, coisa que eles aprendem desde que estão na escola, em casa, etc. O segundo é que muitas dessas pessoas fizeram o liceo artistico, que é uma das áreas de ensino médio que se pode escolher. Infelizmente nós só temos humanas, exatas, biológicas, etc. Ainda não temos um “artistico”. Quem sabe um dia.

Daí que eu tenho que ralar pra chegar no nível que é o normal deles, e isso vai me tomar alguns anos. Eu tô estudando arte italiana só há 1 ano e já avancei pra caramba! É quando a gente aprende que percebe o quanto não sabia, né? E para prosseguir com isso no Brasil, acredito que tenho muito mais campo.


Quem

Sobre

Blog criado para contas as minhas aventuras em Florença, Toscana, Itália. Para quem ficou no Brasil poder viajar um pouquinho comigo, e eu com eles.

RSS

Notícias frescas do Twitter

RSS Fotos


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.