Acordo sem o celular tocar, mas nem olho a hora e volto a dormir. Tinha colocado pra tocar às 10h30, mesmo achando que a essa hora já estaria acordada. Re-acordo com ele tocando as 10h30, me espreguiço e começo a pensar no que tenho pra fazer hoje — minha técnica para acordar de vez (ajuda se o que eu tenho pra fazer é legal).
Ao meio-dia vinha uma pessoa ver meu quarto, que estou alugando pelos 2 meses que vou passar no Brasil. Tinha que tomar café, e comi um pão na chapa com o resto de suco assistindo a um episódio de Two and a Half Men. Adoro!
O moço veio, depois fui tomar banho e fui pra casa da Ana, onde a Carol também já estava e íamos almoçar o arroz com linguiça e salada da Ana. Tava uma delícia. Saímos de lá e fomos para a Oblate, eu precisava terminar minha lição de casa de latim e tinha que ser lá por causa do dicionário. Perguntei às meninas se queriam ir comigo e elas toparam. Ficaram lá fazendo hora enquanto eu terminava, consegui terminar, e saindo de lá fomos dar uma volta.
Rodamos um pouquinho, tomamos sorvete na Carraia 2 e depois fomos pra casa da Ana pro lanchinho de domingo à noite, não sem antes passar no mercado e comprar pão fresquinho. E molta chiaccherata!!
Sábado
Apesar de eu ter tido que trabalhar, é sempre mais relax, porque não tenho tanto o compromisso de horário. Cheguei já mais tarde, e no almoço encontrei as meninas para comermos um kebab e depois do trabalho fomos na loja da Marcela, a argentina que tem uma loja de chás super legal e também adora uma chiaccherata. Acabamos saindo de lá eu e a Ana com um pacotinho de chá, depois de tanta explicação sobre eles. E no fim da noite ainda comemos — sempre comida! afinal o tempo passa, né? — no chunês.
Sexta
Foi gostosa também! Trabalhei só o tradicional meio período (que ultimamente tem sido mais raro) e à tarde teve aula de português, que eu praticamente não considero trabalho. Depois eram ainda 4h30 da tarde e eu tinha que fazer a tal lição de latim, mas tinha resolvido que não estava afim de fazer aquilo naquela sexta-feira. Mas estava no centro e resolvi ir à Oblate mais para dar uma olhada nos e-mails, pra não ter que voltar pra casa. Cheguei lá, não tinha computador disponível, e eu estava com o material de latim. Pensei: “já que não tem computador nem mesa, vou sentar aqui e ir procurando umas palavrinhas”. Daí já me empolguei e comecei as traduções, e quando liberou uma mesa e me sentei já estava empolgada. É bom assim: sem compromisso, sem pressa, sem pressão, sem horários.
Quando foi dando um certo horário já agitei o agora tradicional café na casa da Ana para depois. Ainda acabei mudando os planos de leve, pra ir pra casa encontrar a Taryn que estava de partida pra Londres (ela ia me levar umas coisas e eu precisava devolver outras a ela). E de lá fui para o nosso café, que na verdade é café com leite e pão com manteiga, geléia, ricota, às vezes queijo e bolo, e eu que não tomo café com leite tomo chá. Delícia!
E começo a segunda-feira leve, contente com o que me espera, e sabendo que a semana vai passar rápido e bem.
Taryn
E a Taryn foi embora! Encerra-se mais uma etapa. A Taryn me achou lendo exatamente este blog, começamos a trocar e-mails, descobrimos várias coincidências (impressionantes mesmo), e chegou em fevereiro. Agora foi pra Londres, pra uma nova aventura. Ficaremos aqui te desejando tudo de bom!

atualizada no blog!!! e as sessões de café continuam!!!
ebaaaaaaa!