Eu não queria ser clichê, mas é que São Paulo tem uma coisa mágica que só entende quem sabe apreciar. E a minha cidade é o cenário perfeito de dias incríveis.
Sexta-feira almocei com o Alex e o Firmin no restaurante natural em frente ao Estadão. Que delícia é passear no centro de São Paulo! É um misto de coisas, é a lembrança da infância quando nossos avós e até pais levavam a gente para passear na “cidade” e a gente ia a lojas antigas que na época só tinha na “cidade”, é ver os prédios antigos que são nossos cartões postais, é ver a beleza por trás da decadência.
Depois, um sebo na Penha. Que tentação é visitar sebo! E eu tinha uma missão: comprar livros pro meu aluno, o Giovanni.
Sábado eu estava de bobeira pensando o que poderia fazer, quem eu poderia encontrar, etc. O Alex tinha voltado pra Campinas para trabalhar. Nem deu tempo de pensar muito, me liga o Silvio me chamando pra irmos visitar o Fernando. Mais perfeito impossível! Visitamos ele e a Lu barriguda de 5 meses: eu, Silvio, Aline, Luninha e Sâmia. Ficamos até às 3 da manhã sem perceber. Assim que é bom!
Domingo encontrei a Junia na Paulista. A Paulista de manhã é tão gostosa! Cheia de gente, mas não como de segunda a sexta. Não é cheia de gente com pressa, vestida de social, mas gente de chinelo e bermuda, com crianças, casais andando devagar. Tem menos carros passando, menos ônibus, menos lojas abertas, e tudo isso dá outro clima. E encontrar a Juninha em Sampa é meio surreal né!
Do Center 3 pro Burdog. Fui a pé, sem pressa. Ah, o doce estar sem pressa. Meu domingo continuou com o melhor cheese-salada de São Paulo (até onde eu conheço), que é o nosso querido Burdog. Com mais amigos: tarde inteira falando besteira, falando do passado, do futuro e do presente.
Tudo muito muito bom. É gente que te faz bem, te deixa leve, que faz o tempo passar e você nem perceber, que faz você querer ter mais perto. <3

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