Arquivo para a categoria 'estudo'

E là se foi mais uma prova. -8 e contando.

(teclado sem acentos)

Geografia. Prova escrita. A matéria nao era dificil, um pouco técnica, mas nao foi tao dificil de estudar e eu confesso que estava mais tranquila pelo fato de ser escrita, e também porque eu percebi que até aprendi bastante sobre Geografia Social.

A prova estava mais dificil do que eu esperava. De 10 perguntas, nao respondi 2. Nao dava nem pra encher linguiça, ou sabia ou nao sabia. Eu esperava tirar entre 22 e 25.

Tire 18. E’ o minimo pra passar. Se tivesse sido reprovada, teria que refazer a prova oralmente. 10 pessoas foram reprovadas. 18, além do meu, tinha mais dois. O resto das notas variou muito até o “30 e lode“, que também tinha varios.

Enfim, a regra geral é: uma a menos. Faltam 8 pra acabar (na pratica eu conto 7, porque a prova de latim vou fazer “aos poucos”). Até julho faço mais duas e em setembro mais duas, e espero até la ja ter terminado latim. Pra começar meu ULTIMO semestre zerada. Aì vao faltar 3 provas e a tesi di laurea. Pra fazer uma em dezembro, uma em janeiro e uma em fevereiro.

Nesse meio tempo, vai depender da evoluçao da tesi. Se estiver adiantada o suficiente para terminar até abril, me formo em abril. Se nao, vou ter que esperar até julho.

Uma prova a menos: história moderna

Nossa, essa foi f*da! Caramba… Tirei 24, que é considerado “baixo-mas-ainda-não-vergonhoso”. Abaixo de 22 já fica “baixo-vergonhoso”. Abaixo de 20 é “pobrezinho-se-mata-nem-sei-o-que-está-fazendo-aqui”*. 18 é o mínimo pra passar.

*As categorias são de minha autoria. De 25 a 27 é “razoável”. 28 e 29 é “quase bom”. 30 é o quase máximo, como um A. E você pode ganhar um “30 e lode” que é como um A+ e significa “decorou-tudo-como-um-condenado-hein”.

É tão tenso que quando acaba, eu fico até perdida. Não é só por causa da tensão da prova. Quando a gente faz a prova, existe uma grand expectativa, que é a consequência de dias e dias e dias estudando aquela matéria. De momentos de achar que não vai lembrar de nada e achar que vai saber tudo. De dúvida sobre o estilo do professor avaliar, sobre as perguntas que pode fazer.

E o saco cheio de ficar dias e dias e dias à “disposição” do estudo, tendo que dedicar quase todo seu tempo àquilo, porque o programa é muito grande. O tempo varia de matéria pra matéria, mas em geral são uns 15 dias estudando. Já teve matéria que eu estudei 1 mês o dia inteiro. Pra essa eu estudava de 4 a 6h em média. Alguns dias estudei mais, outros não estudei (estudar sábado e domingo é foda).

Então a prova também significa o fim dessa odisséia, que se repete a cada prova, às vezes melhor às vezes pior.

Foi punk, eu tinha que estudar as aulas e ler 2 livros. Na verdade eu tinha que ESTUDAR os 2 livros, sabê-los mais a fundo, mas eu não fiz isso. Aí ela fez perguntas do livro, e nem posso dizer que não sabia, só que precisava de mais tempo para pensar. E ela era dessas que quer que você saiba tudo na ponta da língua. Por isso prova escrita é mais fácil, você muda de questão, pensa um pouco mais e as coisas vão vindo à cabeça.

Por exemplo quando eu achei que ela ainda ia fazer mais perguntas, eu falei que tinha lembrado sobre a outra questão que não soubera responder e ela falou “agora não adianta mais, o exame já acabou”. Um critério de avaliação que eu questiono totalmente, mas não vem ao caso.

O bom é que, se podia ser mais, também poderia ser menos, então fiquei feliz!! E a alegria de estar livre de mais uma prova é tão grande que quaaaaase que a nota não importa.

Ufa! Mas foi uma das matérias que eu mais gostei de estudar! Do descobrimento da América até um pouco antes da revolução francesa, os reis católicos, as navegações, as guerras entre os países, a reforma protestante, o surgimento da impressão e do livro, os casamentos arranjados. Por causa da prova eu comecei a assistir a série The Tudors (que não é lá essas coisas mas valeu pra ajudar a fixar algumas coisas).

 

Porque é um processo

30 em arte moderna

Essa tava faltando contar! Tirei 30 na prova de Arte Moderna! Yeah!

As notas vão de 0 a 30. Para passar, precisa tirar pelo menos 18. E aqui, tirar menos de 25 costuma ser motivo para a pessoa refazer a prova e tentar uma nota maior, seja por querer ficar com uma boa nota final no diploma (uma média de todas as notas), seja por querer se formar com aquele determinado professor.

A nota máxima das máximas é a chamada “30 lode”, como se fosse um A+.

Eu até cometi alguns erros, mas o professor disse que eu tinha entendido bem em geral e tinha uma boa noção de síntese. Que me daria 30, mas na próxima prova que vou fazer com ele espera um pouco mais, respostas mais ricas, coisa e tal. Mas caraca, eu não acreditei! Foi mais de 1 mês estudando praticamente todos os dias, sem contar o tempo de transcrição das gravações das aulas (e o que eu estudei durante as aulas, 6 meses atrás). Pelo menos valeu a pena.

Essa foi a matéria mais difícil até agora, mas também a mais prazerosa de estudar. História da Arte Moderna, com o professor Lorenzo Gnocchi. O conteúdo compreendeu a arte de 1400 a 1900.

Não consegui fazer a prova

1, 2, 3… Respira fundo, vamos lá, porque na Itália é assim.

Não consegui fazer a prova hoje, ficou para quinta-feira à tarde. Porque é assim: a prova é oral, então o professor aplica a prova a um de cada vez, e tinha muita gente.

Aí você se prepara para ir lá e resolver de uma vez, mas a sua vez só chega 2 dias depois. Num primeiro momento alguém diz “legal, dá mais tempo para estudar”. E quem disse que eu quero estudar mais? Não aguento mais, não!

Estava aqui falando sobre isso com o Antonio, meu flatmate. Eu acho que NUNCA fiz isso na vida, isto é, ficar 1 mês estudando todos os dias, pra uma única prova, de uma única matéria. Mais de 1 mês estudando. Nesse tempo, teve 1 ou outro dia que não estudei. O resto, todos. Chega, cansei.

Uma menina tinha lá uma lista das perguntas que o professor fez para a maioria das pessoas. Eu vi a lista e fiquei aliviada, ao menos os conceitos que ele pergunta eu sabia explicar quase todos. Isso me deixou mais tranquila.

Então quinta-feira eu dou notícias da minha prova.

Estrangeira assumida

Quando eu cheguei na Itália eu já falava um pouco de italiano. Um pouco. Tinha feito 4 módulos do curso no Brasil, já estava na fase “consigo me comunicar”, mas nem de longe isso significa entender tudo quando se chega na terra-natal da língua. Quem já precisou fazer mais do que comer e achar lugares em outro país sabe do que estou falando, já que ser apenas turista não dá a idéia real do que é estar num lugar onde não falam a sua língua. Você fica satisfeito em conseguir satisfazer as necessidades básicas – comer, visitar lugares, dormir – e parece que não falar a língua não fez muita falta.

O fato é que, aquilo que a gente não entende, simplesmente não processa. Visitar um ponto turístico hiperfamoso vai te deixar feliz, mas se lá as orientações e explicações a respeito do lugar forem em uma língua que você não fala, a experiêcia vai ser truncada. Você vai sair de lá com metade (ou menos) da informação. E pior, mal vai se dar conta.

Bom, tudo isso pra dizer que, quando eu cheguei aqui ano passado, eu me sentia muito insegura com relação à comunicação. Depois de pensar muito sobre isso, ouso dizer até que eu tinha medo que percebessem que eu não dominava totalmente o italiano, acho que por uma questão de proteção mesmo, medo de ser enganada, de ser assaltada, até de ser motivo de piada (!).

Essa sensação não passou exatamente, mas só agora, depois de 1 ano aqui, eu me sinto mais à vontade pra assumir meu estrangeirismo, isto é, pra não ter vergonha de perguntar o que quer dizer uma palavra ou dizer que não entendi o que a pessoa falou, e também pra relaxar um pouco no sotaque (tentar pronunciar as palavras italianas sem sotaque literalmente cansa – por exemplo, falar “italiÁno” em vez de “italiano”).

De fato, às vezes até rolam uns risinhos quando eu falo alguma coisa na sala, mas tem risinhos e comentários quando qualquer um faz uma pergunta. Aliás não por acaso, é raríssimo alguém interromper o professor pra fazer uma pergunta, assim como de o professor fazer pausas na própria palestra para perguntar se alguém tem perguntas.

Eu ainda tô trabalhando isso na minha cabeça, é um negócio que requer exercício, a cada situação que apareça. Largar mão da vergonha e usar isso a meu favor. Afinal, se eu fizer uma pergunta idiota, eu sempre vou ter a desculpa de ser estrangeira! hahahah

Mas não é fácil, isso requer um certo desprendimento, digamos; precisa estar “no espírito”. Eu ainda tenho medo de dizer que não entendi, a pessoa explicar de novo, e eu continuar sem entender. Besteira, eu sei. Uma coisa de cada vez.

Minhas aulas

Começaram no dia 28 de setembro. Engraçado, muita coisa está sendo como eu achei que seria: chegar aqui no fim de agosto, ter um mês para me ambientar, prova de italiano, aulas que falam exatamente daquilo que eu adoro estudar, vários museus de graça com o documento da faculdade, visitas em grupo ao Duomo, Batistério e outros pontos turísticos com o professor! Ié! É até um pouco estranho.

O meu italiano
Eu entendo quase tudo, mas ainda não chegou aos 100%. No começo foi um pouco difícil, na verdade ainda está sendo. Tem muitos termos novos, às vezes técnicos. Tá melhorando aos poucos. Para me ajudar nisso, tô tentando ler o texto do manual (o livro de base para as aulas) antes delas, depois gravo a aula e faço anotações, e geralmente estudo depois também. Parece muito? É tanta coisa para entender, aprender, e consequentemtente saber de cor, que acaba sendo pouco.

As minhas anotações é que estão engraçadas. Uma parte em italiano, uma parte menor em português.

As aulas
Nossa, que delícia! É como eu queria: poder estudar as coisas que eu gosto, poder me dedicar (pelo menos por enquanto), ter tempo para estudar tudo com calma e com (alguma) infraestrutura.

O esquema universitário é parecido com o das nossas universidades estaduais e federais, mas com algumas diferenças. É baseado em créditos, tem matérias obrigatórias e optativas, mas eu tenho que escolher entre as que eles me oferecem para o currículo do meu curso.

Tenho que escolher, também, entre as matérias que serão disponibilizadas neste semestre, porque algumas só terão aula no semestre que vem. Eu frequento as aulas da matéria nesse semestre, que vai até dezembro, e em janeiro já faço o exame. Alguns exames são escritos, outros orais. Não é mole não!

Outra coisa: as matérias são distribuídas nos 3 anos do curso, mas não preciso fazer necessariamente na ordem que eles colocam. Se a matéria não tiver exigências (por exemplo, não é recomendado fazer história moderna antes de história medieval), posso cursar quando eu quiser, desde que os horários das aulas se encaixem.

Assim, esse semestre eu estou fazendo duas matérias obrigatórias Storia dell’Arte Medievale (história da arte medieval) e Archivistica (arquivística, que estuda os conceitos e normas para a organização e conservação de documentos), e peguei uma matéria optativa do 3o ano, Storia del Teatro e dello Spettacolo. Chato, ou não? Rá!

Eu tô curtindo muito todas as aulas, até arquivística, que é mais chato… e tô vendo que o pessoal aqui leva muito a sério esse negócio de fazer anotações e estudar para o exame.

Professores
Uma coisa que me chamou a atenção também é o respeito, ou melhor, a formalidade, que se tem com o professor. Aluno chamando o professor pelo nome é coisa que acho que não existe por aqui. Professor e aluno se falam só no modo formal.

Os meus três professores, cada um a seu modo, e dentro daquilo que a formalidade permite, são todos muito legais. E são muito bons também. Eles não costumam ser muito novos, também. A maioria parece estar perto dos 50.

Ah, e uma coisa curiosa. Cada professor tem sua sala, distribuídas conforme o departamento, bem como cada um tem um “horário de recebimento”. É um horário semanal reservado para atender os alunos, tirar dúvidas e qualquer outra coisa que o aluno quiser tratar com o professor. Uma forma organizada de o aluno encontrar o professor. (Não se empolgue, “organizado” não é um adjetivo muito frequente para os italianos).

A faculdade
O meu campus, na verdade, não é um campus. É uma porção de pequenos prédios espalhados pelo centro de Firenze. Eles todos juntos compõem o campus de humanística.

Pelo que ouvi foi o único que ficou no centrão. Todos os outros foram transferidos para polos universitários novinhos, um pouquinho afastados (pouca coisa mesmo, 15 minutos de ônibus),

Os prédios onde eu tenho aula, por sua vez, são podrões. Eu diria pouca coisa pior que a USP. É meio abandonadão, tudo velho, paredes riscadas, algumas carteiras quebradas… Mas tá tudo ali, cheio de gente, o povo usando a estrutura como dá… Pelo menos o banheiro tem papel!

No jardim do prédio principal tem maquininhas de coisas: umas 3 de café/chocolate/etc, 1 de refris, 1 de água, 1 de chocolates/biscoitos e 1 de salgadinhos/sucos. Não tem uma “cantina” (só pensei nisso agora! é verdade!).

Outras coisas
Ah! uma coisa que eu acho interessante dizer é que, pelo que vi até agora, não existe trabalho em grupo. Ou, se tiver mais pra frente, é uma coisa bem esporádica. Bem diferente dos cursos universitários brasileiros (pelo menos os particulares), em que mandar aluno fazer seminário em grupo virou uma ótima forma de os professores não terem que dar aula. Pensar nisso, aqui de longe, só faz a gente achar essa idéia ainda mais absurda e vergonhosa.

Enfim, é isso. Comecei esse post pensando em falar dos meus últimos dias que têm sido melancólicos e saudosos, mas preferi primeiro falar da parte boa. Tô até me sentindo melhor!

Primeiro dia de aula

O que eu tenho a dizer sobre o primeiro dia de aula…

Eu ainda tô entendendo melhor como funciona o sistema universitário italiano, que envolve créditos por matéria, matérias optativas e obrigatórias, matérias que tenho ou não que fazer no primeiro ano, matérias de frequência obrigatória ou não, período de exames, primeiro apelo (?), segundo apelo (?!), turmas divididas de acordo com o sobrenome, horários que se encavalavam, affffff…

Mas eu tava ansiosa pra começar logo!

A primeira aula foi de história da arte medieval. Eu li o programa e… amei. O professor explicou o programa e… amei. A aula acabou e eu… amei!

A segunda aula foi de arquivística, que fala basicamente da história, teoria, metodologia e legislação do processo de arquivamento de documentos, artísticos e jurídicos também. Bem sacal, mas necessário. Acho. Mas foi bom porque a professora explicou um pouco do processo de escolha de matérias e currículos de curso, antes de a aula começar.

Os dois professores eram fofos. Mas aqui tem um tratamento muito formal entre aluno e professor. Preciso me lembrar de usar a linguagem formal! heheheh Agora é que o bicho vai pegar no italiano!

Universidade

É cedo ainda para falar de escola. Minhas aulas começam no dia 28 de setembro.

Ontem fui fazer o bendito teste de italiano e foi tudo bem! No geral foram perguntas bem elementares, mas algumas dependiam da sorte (claro, para quem ainda não domina a língua) de você já conhecer aquela palavra. A maioria perguntas de gramática e ortografia, mas no final teve algumas (poucas) perguntas de conhecimentos gerais sobre a Itália e Firenze.

Passado o teste de italiano, tenho agora um teste de “autoavaliação” obrigatório (mas não seletivo), que até onde entendi é só interpretação de texto. Esse teste é para todos, italianos e estrangeiros.

Depois disso, é só finalizar a matrícula, o que vou poder fazer a partir do dia 15. Então vou ter aí quase 1 mês até as aulas começarem para melhorar meu italiano, principalmente para entender e escrever.

Vou dar para vocês a carinha do jardim principal da Facoltà di Lettere e Filosofia, o meu campus da Università degli Studi di Firenze.

A faculdade é num prédio antiquíssimo, e não muito reformado. Parece meio abandonado até, pra ser sincera.

A faculdade é num prédio antiquíssimo, e não muito reformado. Parece meio abandonado até, pra ser sincera.

Mesmo assim, é bem bonito.

Mesmo assim, é bem bonito.

Inizio

Vou resumir como começou toda essa história de Itália, para quem não sabe. Informações úteis para quem pensa em fazer o mesmo.

Eu sempre tive vontade de conhecer a Europa, em especial a Itália, mas achava que morar na Europa não seria algo possível pra mim. Quem começou a me pilhar foi o Danilo, que trabalhava comigo, lá pelos idos de 2003. A Dani abraçou a ideia e, quando ele saiu, continuou o que ele tinha começado. Esses dois foram me incentivando, dando dicas, e foi em 2006 que comecei a ir atrás disso.

Fui estudar italiano e comecei a procurar intercâmbio na Itália. Descobri que não precisava de uma agência de intercâmbio para fazer curso de italiano lá – e que poderia ficar bem mais barato se eu fosse atrás de tudo por mim mesma.

Descobri, então, que a maioria dos cursos de italiano duravam no máximo 3 meses, e mesmo para aqueles que duravam mais, o governo italiano não estava dando visto de estudo (para viagens de até 3 meses, estrangeiro não precisa de visto especial). Significava que, ou eu faria apenas um curso de italiano e aproveitaria enquanto estivesse lá, ou teria que fazer um curso universitário para ficar lá por mais que 6 meses.

Resolvi escolher qualquer curso na minha área,  e comecei minha via-sacra no processo burocrático de legalização dos meus documentos escolares. Legalizei tudo, foi tudo bem em cima da hora, mas consegui efetivar minha pre-inscrição. Tentei até a bolsa do governo italiano, passei na prova de italiano que tinha na época, mas não rolou. (O curso que eu tinha escolhido era Design da Comunicação no Politecnico di Milano – depois fui descobrir que era uma das universidades mais exigentes, pelo menos em termos de documentação e processo de matrícula.)

No ano seguinte eu estava atolada em dívidas e não poderia nem pensar em nada. Em 2008 eu voltei a tentar a bolsa, mais para tentar, mas como também não consegui, comecei a me preparar para 2009. Foi boa essa parada, pois nesse meio tempo comecei a estudar história da arte e perceber que era isso que eu queria estudar de verdade. Daí para escolher um curso nessa área, e escolher Florença, foi um segundo.

Não consegui a bolsa este ano também (ninguém sabe qual é o critério), mas consegui me organizar para ir sem a bolsa e me livrar logo dessa “pendência” na minha vida, que era a viagem à Itália.Vou para a Università Degli Studi di Firenze, fazer o curso STORIA E TUTELA DEI BENI ARCHEOLOGICI, ARTISTICI, ARCHIVISTICI E LIBRARI.

Reservei um albergue para os primeiros dias e devo alugar um quarto quando chegar lá. Também preciso arrumar trabalho, se quiser terminar o curso, que dura 3 anos. Tenho dinheiro para, male male, 1 ano só.

Nessa parte acho que vou me virar bem. A pior parte vai ser deixar as pessoas aqui, principalmente a família e o Alex, meu lindo. Ai ai. Mas é o que eu digo: isso é algo que eu simplesmente tenho que fazer.


Quem

Sobre

Blog criado para contas as minhas aventuras em Florença, Toscana, Itália. Para quem ficou no Brasil poder viajar um pouquinho comigo, e eu com eles.

RSS

Notícias frescas do Twitter

RSS Fotos


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.